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Mostrando postagens com o rótulo séries

F1: Dirigir para Viver

Assista Aqui . Terminei o excelente documental sobre a temporada de 2018 de F1 produzido pela Netflix (Drive to Survive, ou Dirigir para Viver). Foda, absolutamente foda. Eu gosto muito de F1 e acompanho às vezes as notícias e é claro que vejo todas as corridas, e para esse nível de acompanhamento, a temporada passada pra mim teve muito do brilhantismo do Hamilton, um tanto de bobagem do Vettel, a briga da Red Bull com os motores da Renault, o Galvão reclamando da transmissão. Mas não foi necessariamente um campeonato emocionante tanto de Construtores como de Pilotos. E o documental é maravilhoso justamente porque das coisas que eu lembrava, só o drama de motores da Red Bull conseguiu ser aprofundado e dramatizado no documental; é sensacional os flagras que os produtores pegam das equipes comentando dos motores, a troca de farpas antes de irem pra coletiva dos caras da Renault com os da Red Bull. Foda. Fora isso, como não tiveram acesso à Ferrari e Mercedes (que vã...

After Life (2019)

Outro projeto do Ricky Gervais e, de novo, ele consegue escrever de forma muito tocante e brutal. Como foi Derek, como foi no Primeiro Mentiroso. É impressionante como um escroque mal humorado como ele (que eu adoro em tudo que faz) também é capaz de escrever seguidamente projetos super tocantes. Neste Pós-Vida ou Além-da-Vida, Ricky escreve sobre o luto, sobre o eu e os outros, tudo refletido em um personagem que tem uma amargura enorme depois do falecimento de sua esposa. E reflete sobre a vontade de viver, sobre como nossas vidas tocam outras pessoas, sobre como não somos os únicos ou sequer os únicos tristes. Muito, muito bonito. Muito, muito engraçado também, porque frequentemente o Ricky consegue tirar um humor muito natural de temas complexos. Assistam que vale cada segundo. E que porra de sub-título de merda, hein Netflix. Colocaram: Vão Ter Que Me Engolir, quando a série é justamente sobre o oposto disso. Puta que o pariu. Bruno Portella

Star Trek: The Next Generation

Temporada 1 Gostando bastante de Star Trek: The Next Generation. Depois de me despedir da tripulação original no bom filme Undiscovered Truth. Comecei a próxima geração e estou gostando bastante. O climão de Jornada nas Estrelas clássico é flagrante e realmente tem o mesmo jeitão da série clássica. Os mesmos planetas de estúdio com matte no fundo, fundos-verdes curiosos, lutas extremamente mal coreografadas, saltos maravilhosos pela ponte de comando nas turbulências, e falas muito bem escritas. Aliás, o Patrick Stewart logo no primeiro episódio já é genial e um capitão muito carismático. Dos personagens, o Picard é de longe meu favorito, e os demais não tem um brilho muito forte; alguns eu nem entendo muito bem a função, como a diferença entre a Yar e o Worf (e inclusive matam a mulher, puta sacanagem, mas eu li que ela pediu pra sair) ou qual exatamente é a função na nave do Geordi, que também não é um baita personagem. Além do Picard, é natural que o Data também seja um ...

Bates Motel

Não vi Psicose. Mas vi Bates Motel. Impressionante o nível de atuação dos principais como Norma e Norman (Vera Farmiga e Freddie Highmore). Impressionante mesmo, eles deveriam ganhar vários Oscars mesmo não sendo um filme. É uma relação simbiótica bisonha e cativante, mas cheia de detalhezinhos e nuances muito carinhosos dentro de uma trama surreal de horrível. A série é maravilhosa do começo ao fim. Ainda que a última temporada descole em surrealidade ainda mais das outras temporadas, ela ainda consegue se aprofundar no desespero psicológico que é a relação de mãe e filha e ainda nos deixar nervosos com cada personagem preferido que interage com aquele abismo de desastre. É maravilhosa a série, vale cada episódio; está recheado de personagens incríveis e tem um final bastante satisfatório. Redondaça. Agora eu ver Psicose. Porque já vi Bates Motel. Bruno Portella

Westworld

Incrível. Foda. Foram as sensações que eu senti em vários momentos durante a série e principalmente no encerramento da sua primeira temporada. Em um futuro qualquer, ricos pagam uma nota para participarem de um parque temático baseado no Velho Oeste americano. A imersão é completa, o mundo é enorme e a população é toda robótica (andróides). Nesse contexto, alguns desses andróides começam a questionar sua existência e a série vai explorando a relação deles com os humanos. A sinopse é porca, mas o conflito é esse: alguns andróides parecem começar a ter consciência do que são. Quanta atuação foda; e quanto ator incrível (Anthony Hopkins, Ed Harris, Evan Rachel Wood... Rodrigo Santoro, haha). A direção é muito confusa para um idiota como eu (vou precisar ver de novo para pegar todas as nuances), mas eu entendo que ela exige mais do espectador do que uma série menos afim de complicar. E as complicações são legais, porque as revelações valem à pena.  Algumas eu até sac...

The End of The Fu**ing World

Duas crianças estranhas fogem de casa e as coisas ficam sérias demais. Estranho, mas bom. Bom ritmo; curtinho, mas ágil. Entretém legal. Diferente, talvez porquê inglês, mas também porque tem um tom sinistro em torno das motivações dos personagens e também na direção que faz uns cortes bruscos interessantes. Em nenhum momento eu cheguei a gostar de nenhum dos dois protagonistas, são duas crianças insuportáveis; bom, adolescentes, dirão. Dois adolescentes insuportáveis, pouco empáticos, nada charmosos, nada carinhosos, nada bonitos, nada interessantes. E justamente por isso que eles são interessantes. O oposto de quase todo personagem adolescente que existe nas ficções. E a trama escala de um jeito para os dois que é bem curiosa, perigosa e muitas vezes non-sense; e só a personalidade estranha e bisonha dos dois permitiria que as coisas escalassem daquele jeito. Ainda assim, a trama, com todas suas bizarrices, é muito bem amarrada e totalmente crível. Vale a pena, p...

The Good Place

Eu adorei ver The Good Place sem saber de nada, então eu sugiro simplesmente apertar o Play e só ver os episódios, que são curtos, agéis e ridiculamente engraçados (e graciosos, eu diria). Sentei e precisei ver todos os episódios da primeira temporada (que tem um encerramento fabuloso), e devorei todos os episódios lançados até agora da segunda temporada (que é ainda melhor). Netflix: https://www.netflix.com/watch/80191852 Com alguns spoilers. Várias coisas da série são incríveis; todo o racional da a ambientação do além-vida, o conflito da personagem que se descobre não pertencer ao Paraíso e decide ter aulas de ética para ser uma pessoa melhor, os personagens são muito divertidos (menos o Jianyu, odeio o Jianyu), as pirações são ótimas. Mas a série, que eu já achava muito divertida do jeito que era, simplesmente vira de ponta-cabeça com uma reviravolta maravilhosa no último episódio da primeira temporada.  Vale a pena demais. Puta merda. Bruno Por...

DARK

Jovens alemães, uma cidade no interior em que todo mundo se conhece, uma floresta; desaparecimentos de crianças e mistérios temporais. Um baita seriado envolvente, bom de-mais! Você pode achar, ahh, é um Stranger Things europeu; e vários elementos são realmente semelhantes, mas o jeito de contar a história, o envolvimento de tanto mais personagens dentro dos mistérios e o envolvimento no tempo, não só no mistério, mas na narrativa da série torna tudo muito diferente e curioso. Ao mesmo tempo... mexer com tempo sempre traz o problema dos paradoxos. Difícil uma obra mexer nesse vespeiro e ser perfeitinha. Mas ela se dedica tanto que, se há qualquer coisa fora de lugar, eu preciso pensar mais do que a primeira vista da série para encontrar algum problema. E nem vale a pena pensar nisso com tamanha qualidade de imagem, uma trilha sonora muito boa e um clima esquisito de uma série difícil de parar de ver. Mistério dos bons. Bruno Portella

Seinfeld

Finalmente terminei, agora de cabo a rabo, todos os episódios de Seinfeld. Tranquilamente uma das melhores séries de comédia da história (só consigo pensar em The Office e Modern Family, como outros exemplos de séries cômicas que me doem o estômago de risada; principalmente pela consistência). Choro de rir com George e o Kramer. Chega a doer. Maravilhoso. É muito episódio bom, é muito episódio absurdo. Particularmente eu adoro os episódios que eles ficam presos em algum lugar (cinema, estacionamento, restaurante, trânsito), haha. É muito bom! Aliás, eu gostaria muito que voltasse; o mundo é completamente diferente, principalmente com os relacionamentos. Tenho certeza que daria pra criar algo.

Stranger Things 2

Muito bom igual a primeira temporada. Tem algumas roteirices igual na primeira temporada, mas eu já acostumei, faz parte. Os personagens continuam cativantes, a Eleven inacreditável (a entrada triunfal dela no final é foda), até mesmo os novos personagens são bem construídos e carismáticos. A história é boa e o Will Byers é um puta ator, ce é loko. Divertido, se terminou assim e não tivermos mais, terminou muito bem. Aliás, até acho que deveria parar por aqui mesmo. E daqui uns 20 anos, ter uma continuação com todos eles adultos. =) Vale bem a pena; eu talvez num aguente mais essas obras com crianças andando de bicicleta numa cidadezinha americana, mas de todas elas, acho que Stranger Things faz melhor dentro dessa ideia básica. Bebeu de todo mundo e fez melhor que todo mundo. E eu nem gostava muito quando vi pela primeira vez. Acho que era birra por ser tão obviamente construído pra gente gostar; mas aí acabou que eu acabei gostando mesmo. =) Bru...

American Gods

Que série é maravilhosa. Adoro que ela é toda artística, com cenas lindas, uma fantasia elegante e às vezes violenta, mas junto com uma história realmente intrigante. Daora! É muito diferente de qualquer série que eu já tenha visto e eu adoro o climão de contagem de histórias que rola no meio das tramas principais; é muito legal pra dar uma clareza de como o universo da obra funciona e como os deuses antigos 'chegam' na América. Eu imagino que eu apreciaria ainda mais se eu soubesse quem são todos os deuses que o Odin vai encontrando pelo caminho. Algumas coisas eu num entendo muito bem: porque Odin é tão poderoso, cara? A série vai contando e recontando essa coisa de que os deuses funcionam na base da crença e tal. Por isso que os novos deuses surgiram e talz, a Ostara tem o trampo de que agora o povo lembra de Jesus, ao invés dela. Então porquê caralhos Odin é tão forte ali no final? Ninguém sabe quem ele é. O Shadow NA HORA saca o Jesus, mas só no final ele sabe q...

3%

Terminei 3%: intrigante e empolgante que comecemos a ter produções nacionais de ficção. Mas os atores são ruins, o texto mega artificial, a direção super qualquer coisa. =/ Espero que melhore na segunda temporada. Mas vou continuar vendo, hehe. Louco: o original parece mais daorinha. O.o

Billions

Terminei #Billions, uma série muito incrível que tem na Netflix. Paul Giamatti é um monstro. Foda demais. E o Damian Lewis é tão bom que nem lembro que ele é o Brody de Homeland. Enfim. Vale muito, mas muito à pena. Texto excelente! https://www.netflix.com/title/80067290

3rd Rock From The Sun

Terminei 3rd Rock From The sun. Super fofo. Divertido. Aliás, eles podiam voltar, né? Essa ainda é a minha cena preferida:

Making a Murderer

Você pode dizer que nunca vai cometer um crime, mas não pode dizer que nunca vai ser acusado de um. Diz um dos advogados de Defesa retratados pelo documentário. Mano. Que seriado documental absolutamente apavorante. Um homem, errôneamente acusado, serve 18 anos. Fica livre quando descobrem que foi injustamente condenado. Anos depois, no meio de um processo contra o estado, é acusado de um crime ainda pior, mas as evidências do caso não se sustentam muito. É de dar medo e de revoltar profundamente como que o sistema judiciário funciona e como falha — particularmente, pra mim é apavorante que a testemunha ocular ou a argumentação acabem valendo muito mais do que a prova física e científica. Quer dizer, podem me acusar de qualquer coisa, se ele for convincente o suficiente, eu posso ser condenado. E esse é um mundo de terror. Mais e mais eu não acredito no velho ditado "quem não deve, não teme" . Paralelo : é curioso ver uma sensível diferença entre lá e cá, pel...

Narcos

Bonzão. Mó sensação de Tropa de Elite (narração, violência, policiais, pá), mas mó história envolvente. Não consegui parar não, e não parei. Só fui parar quando acabou. Vale a pena. E que terror o Escobar e que poder tinha o dinheiro naquela época, não? Embora seja bem provável que ainda tenha. O Moura está foda de Escobar (mesmo com o sotaque que tanto reclamaram), puta ator. No Netflix . Terceira temporada Narcos continua muito bom. Mesmo sem o monstro do Wagner Moura que era o centro das atenções e excelente como Escobar, a série conseguiu trazer novos personagens cativantes; dos dois lados da guerra das drogas, tanto do lado da polícia, como entre os narcotraficantes. E dos dois lados, a série é super competente em mostrar que as coisas não são tão simples e preto no branco (o Peña atuando com a ajuda do novo chefe do tráfico de Medellín por exemplo é chocante depois do que vimos em duas temporadas com ele combatendo Escobar). É impressionante a qualid...

Kill La Kill

Louco! Kill La Kill tem no Netflix, assistam que é doido. Eu não manjo de animes, mas eu gosto de como os japoneses criam coisas que me fazem perguntar: céus, onde estavam com a cabeça? Kill La Kill é esse conceito elevado à última potência — tanto que eu adoraria só olhar o processo criativo das pessoas envolvidas, só ficar no cantinho, olhando como eles chegam à conclusão de que um determinado personagem precisa ter mamilos e ânus com brilhos cor-de-rosa. É revigorante como o anime não tem uma mensagem, não tem uma lição de moral, não tem um dramalhão psicológico/emocional, não se leva a sério, tá pouco se fodendo com o que pensam dele, não se importa em ser inteligente, edificante, nada — a única regra de Kill La Kill parece ser o: foda-se.  A história não faz sentido? Foda-se. Tem muita teta? Foda-se. Tem muito sangue? Foda-se. É um exercício enlouquecido de criatividade adrenalínica pra todos os lados — tanto que sua parte mais controversa, o fanservice (...

Pokemon

Anime Pokemon Indigo League Recentemente, terminei as duas primeiras temporadas do desenho na Netflix — Pokemón Indigo. Em referência à famosa Liga Índigo, a principal liga dos primeiros jogos do Game Boy. E é uma temporada muito bacana justamente porque nos faz visitar todas as cidades que conhecemos no jogo e faz o Ash enfrentar todos os líderes que nós (ou o Red) também enfrentou. Eu lembrava pouco do Animê e acabei percebendo que, na verdade, para um desenho de Pokemón, essas duas primeiras temporadas tem até muito pouca batalha pro meu gosto. Sem contar que mais da metade das insígnias que o Ash ganha, ele ganha de modos não usuais — ganha do Brock por que dá uma cagada de estourar água em cima do Ônix, malemá ganha da Misty, ganha da Sabrina porque o Kadabra começa a rir (?) e assim por diante. Não à toa, ele não vence a Liga e acho bacana a série não cair no óbvio de fazer ele ganhar. No mais, o desenho é muito divertido como ruído branco, principalmente quan...