Pular para o conteúdo principal

Iron Maiden — Allianz Parque 26/03/2016

Show do Maiden!

Da turnê do Book of Souls, novo álbum da Donzela que é foda pra caralho! Óbvio que eu sou suspeito, qualquer coisa que eles lançam eu gosto demais.

A música que o Maiden faz ressoa direitinho nos meus átomos, então não preciso nem fazer força pra curtir. O show do Maiden é uma experiência teatral e catártica demais! Os palcos só ficam mais e mais bonitos conforme o tempo passa; e eu gosto muito como os palcos dele se mantém fiel à efeitos práticos e pirotécnicos quando tantas bandas tentam impressionar com telões e LCDs gigantescos.


Os efeitos de fogo, de palco, gelo seco são muito bacanas; e eu tenho a impressão que nessa turnê o Bruce está ainda mais ator do que nunca, atuando junto às pirotecnias, com a luz, com os púlpitos. Muito bacana!

No mais, é muito curioso como o Maiden é uma anomalia no mercado musical de hoje em dia. Continuam vendendo muitos álbuns (parece que ganhou Platina no Brasil, puta merda, quem que compra CD hoje em dia?) e continua levando 40 mil pra lotar estádio do outro lado do planeta (quem que lota estádio assim hoje em dia?). E mais: as músicas novas foram muito mais cantadas no show de ontem do que eu imaginava, quem hoje em dia quer ver música nova desses caras antigos? Dá pra entender o Maiden não, mas quem gosta de música e quer dar certo, deveria prestar atenção, porque não é possível.

No mais, enquanto essa banda estiver na ativa e vier para o Brasil, eu vou ver o show, porque é um espetáculo e vale cada centavo.

Bruno Portella

Postagens mais visitadas deste blog

1Q84

Pediram pra eu ler. Quem pediu, tinha crédito por ter indicado outras coisas muito boas. Daí eu li. Também já tinha ouvido falar do livro, não lembro quando. Também já tinha visto a capa, não lembro onde. Tenho usado o Goodreads pra manter um acompanhamento dos livros que voltei a ler e o primeiro caso que criei foi que cadastrei ele como IQ84 e não 1Q84. É diferente. E eu realmente achei que fosse IQ, como se tivesse a ver com quoficiente de inteligência e não com uma data. Logo no começo do livro, entendi que se passava em 1984, então o primeiro mistério eu resolvi: era 1Q84, referente ao ano. Bastava prestar melhor atenção na capa. Mas essa bobagem foi o primeiro momento de abrir a boca e falar sozinho: a, tá! Burro, você pode pensar. Mas por mim tudo bem. Troquei o registro no Goodreads pensando que eu era mesmo burro. Daí voltei pro livro. Gosto de ler livros ouvindo música instrumental. Nesse caso, como era nos anos 80 e ambientado no Japão, eu procurei uma lista de músicas adequ...

De Bolsão à Montanha da Perdição [O Começo do Desafio Éowyn]

Preciso fazer exercício. Decidi caminhar. De Bolsão até a Montanha da Perdição, como fez Frodo e o herói Samwise. Aqui vai meu diário contando a minha quilometragem real com a de Frodo e seus amigos na Terra-Média, de acordo com o registro do Desafio Éowyn [ Link ] 5 de Maio de 2025 Bruno Aniversário do amor da minha vida. O céu estava com poucas nuvens. Voltei a trabalhar depois de um feeriadão (1 de Maio na quinta, que ganchei na sexta). Recebemos a família dela pela primeira vez em São Paulo. Foi lindo demais. Cansamos horrores. Hoje eu caminhei enquanto assistia dois episódios de Dragon Ball Z, o final da batalha contra o Kid Buu. Goku usou a Genki Dama para vencer.  Fiz 1.1 quilômetros caminhando bem tranquilo Pouquíssimo, claro. Mas pra quem nunca anda, estou feliz. Cenário do Filme Basicamente saí de Bolsão, dei a volta nele como fizeram Frodo e seus amigos, e passei por um portão em direção à uma rua ao Sul do Condado. E vamos até Mordor! Um dia eu chego. Não tenho tanta pr...

Meu Pai e Eu

Sonhei com meu pai. Isso me despertou às seis da manhã com mil pensamentos. Ele estava morando na casa da minha vó, construída por meu avô, que ele gostava tanto. Mas a casa ficava na nossa rua, com o mesmo vizinho da direita pra quem entra: o Gibinha. Mas perto da rua, tinha um campo enorme com um monte de vista bonita, e umas poltronas pra ele sentar e ficar olhando. Eu estava dormindo na sala da minha vó, a principal, minha irmã em outra. Alguém rondava, e eu achei que fosse uma invasão, mas era uma garota falando espanhol pedindo dinheiro, eu disse que não tinha nada, ela fez uma oração por mim, bem brava e foi embora. Houve também um momento em que eu fui ao segundo andar da casa, um sobrado, e desci do janelão para a garagem, como eu sempre quis fazer quando criança e desci pelo carro e encontrei o Muricy Ramalho, que nada tem a ver com meu pai e nem falecido está. Vai entender. Falei brevemente sobre futebol e saí dali. Depois encontrei meu pai nesse monte, ele fumando, sóbrio, ...