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Mostrando postagens com o rótulo sonhos

Meu Pai e Eu

Sonhei com meu pai. Isso me despertou às seis da manhã com mil pensamentos. Ele estava morando na casa da minha vó, construída por meu avô, que ele gostava tanto. Mas a casa ficava na nossa rua, com o mesmo vizinho da direita pra quem entra: o Gibinha. Mas perto da rua, tinha um campo enorme com um monte de vista bonita, e umas poltronas pra ele sentar e ficar olhando. Eu estava dormindo na sala da minha vó, a principal, minha irmã em outra. Alguém rondava, e eu achei que fosse uma invasão, mas era uma garota falando espanhol pedindo dinheiro, eu disse que não tinha nada, ela fez uma oração por mim, bem brava e foi embora. Houve também um momento em que eu fui ao segundo andar da casa, um sobrado, e desci do janelão para a garagem, como eu sempre quis fazer quando criança e desci pelo carro e encontrei o Muricy Ramalho, que nada tem a ver com meu pai e nem falecido está. Vai entender. Falei brevemente sobre futebol e saí dali. Depois encontrei meu pai nesse monte, ele fumando, sóbrio, ...

Romance e Contaminação (Sonho)

(Transcrição de um sonho de sábado) O desespero nas ruas da cidade; uma cidade pacata, de poucos prédios e muita árvore. Pessoas corriam nas ruas, é de dia ou de tarde. Fogiam dos zumbis. Dos macacos-zumbi. O que havia determinado essa condição de caçadores aos macacos da cidade (e até a alguns humanos) era indefinido, certo mesmo era o perigo de suas mordidas e a fúria com que caçavam. Eu fugia também. E nesse passo desesperado, entre a urbe em pânico – feito início de São Silvestre, arrepiei subir a escadaria de um estúdio azul que todos evitavam, ou nenhum dos desesperados via absolutamente. Era de um menino sem rosto que não se encontrava em casa – primeiro, eu fechei as portas para evitar possíveis símios enlouquecidos. Era um estúdio todo azul, inteiramente pintado de azul real, completamente vazio, com exceção da garba cozinha de despensa cheia e uma conexão de internet ótima – wifi, sem pedir senhas. Comi, caguei, e logo apareceu o dono, que não se importou...

Uma estranha colonização de Marte

(Anotações. Um dia vira algo. Ou não.) Hoje sonhei. Foi longe: Marte. Não tinham placas, mas no sonho é assim. Pode estar tudo escuro, ou tudo azul, e você sabe que está em Marte, ou no útero de alguém. Você sempre sabe. Não tem dúvidas nos sonhos. Mas estava em Marte, estava escuro, haviam estradas pouco asfaltadas e montes de terra ao redor, como uma pista de corrida. E fazia todo o sentido, uma vez que o sonho já começa a bordo desses lindos karts do Mario, não lembro se eu estava com a Princesinha (Peach(, meu personagem preferido para as corridas de casco. Não importa. Eu estava lá, e ao invés de seguir o traçado certo de Marte, escolhi cortar um caminho (ah, essa vida de Mario Kart), para a esquerda subindo montes e encontrando, veja só, uma estrada alternativa, com plantas secas batendo no rosto (e você precisava abaixar se não quisesse se arranhar). Quase no fim da volta, retorno ao traçado original e para dentro de construções futurísticas baseadas em gran...