Pular para o conteúdo principal

Death Note

A cena final do Kira no hospital explicando seu último feito, o L tentadíssimo a usar o Death Note e o Ryuk rindo dos humanos é muito boa!

Pena que tudo que veio antes é péssimo.


É uma péssima adaptação do Anime. E como filme solto também é muito ruim.

De positivo tem essa cena final, que é um desperdício enorme, porque tudo antes não faz o menor sentido acontecer, e a escolha das músicas que além de ser incrivelmente boa, num combina em nada com o filme, haha.

Mas eu adoro aquela da Toni Braxton, adoro Chicago e amo Celine Dion. Adorei as músicas.

Mesmo não tendo nada a ver com o filme.

Cruzes, que filme triste. Baita desperdício diga-se de passagem.

Deveriam ter feito uma série, num cabe uma história assim num filme. Tava na cara. Nada é explicado o filme todo, a gente tem que aceitar que todo mundo é gênio e sabe de tudo porque o roteiro escolheu assim (o L é péssimo aliás).

Affer.

Mas as músicas.

Errata: a música é do Chicago, não do Foreigner. Gosto das duas.

Bruno Portella [Link]

Postagens mais visitadas deste blog

1Q84

Pediram pra eu ler. Quem pediu, tinha crédito por ter indicado outras coisas muito boas. Daí eu li. Também já tinha ouvido falar do livro, não lembro quando. Também já tinha visto a capa, não lembro onde. Tenho usado o Goodreads pra manter um acompanhamento dos livros que voltei a ler e o primeiro caso que criei foi que cadastrei ele como IQ84 e não 1Q84. É diferente. E eu realmente achei que fosse IQ, como se tivesse a ver com quoficiente de inteligência e não com uma data. Logo no começo do livro, entendi que se passava em 1984, então o primeiro mistério eu resolvi: era 1Q84, referente ao ano. Bastava prestar melhor atenção na capa. Mas essa bobagem foi o primeiro momento de abrir a boca e falar sozinho: a, tá! Burro, você pode pensar. Mas por mim tudo bem. Troquei o registro no Goodreads pensando que eu era mesmo burro. Daí voltei pro livro. Gosto de ler livros ouvindo música instrumental. Nesse caso, como era nos anos 80 e ambientado no Japão, eu procurei uma lista de músicas adequ...

StarTalk: Willian Shattner e Neil deGrasse Tyson

Que episódio gostoso de ouvir esse.  Em certo ponto, dei risada sozinho, pois parecia uma rinha de narradores disputando quem... narrava melhor e mais profundamente. Mas fora a briga de graves, além das reflexões usuais que o podcast do Neil traz sobre o Universo e seus mistérios, gostei bastante sobre como o Bill traz uma reflexão nada revolucionário, mas sempre interessante sobre como a curiosidade é a principal força motor da humanidade. Tem um monte de reflexão ali muito interessante. Vale a pena ouvir. Eu sempre me pego pensando algo parecido: como a gente é curioso, né? E que bom.

O Homem Invisível (2021)

A mulher foge do relacionamento abusivo de um namorado muito rico apenas para ser atormentada por uma presença que ela jura existir, mas que ninguém acredita nela. Que nervoso de filme maldito. Ele deixa a gente absolutamente desesperado em toda e qualquer cena imaginando onde está a maldita presença invisível, que sabemos estar em todas as cenas (nós e a protagonista). Os eventos mais importantes dessa presença são nefastos e aterradores (um em específico acabou comigo, você saberá qual é quando acontecer). O filme é excelente. A discussão em torno de um relacionamento abusivo dentro desse conceito incrível do HG Wells é muito bem feito e relevante. Vale a pena demais. Mas é bom ver um The Office depois, pra num ficar paranoico. Argh.