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Mostrando postagens com o rótulo netflix

Anon (2021)

Filme todo estiloso num futuro em que todo mundo tem dispositivos nos olhos que grava tudo que nós vemos e ouvimos. A polícia tem acesso à isso para resolver crimes, mas se vê num grande mistério com um assassinato serial anônimo que consegue hackear a visão das pessoas para matá-las e sair livre. Baita premissa legal. Filme todo preto-e-branco, aquela estilera futuro elegante distópico com pouca liberdade. Mas é bom. É tenso. É interessante. Muito Black Mirror, meo. A discussão sobre segurança x privacidade é antiiiga que só. Mas o filme vale pelos personagens que são interessantes, embora o filme seja tão sem sal quanto sem cor. Mas não é terrível também.

Space Force (2021)

Steve Carell, os mesmos criadores de The Office. Os EUA decidem ter um braço militar dedicado para exploração espacial (Space Force, Força Espacial). Você lê e acha que é uma premissa fácil demais para uma série de comédia, mas na verdade isso é verdade, o presidente americano laranja realmente lançou uma Space Force no grande país deles, haha. Mas enfim, à série. Divertidíssima. Gostosíssima. Não vejo a hora de ver a segunda temporada. Evidentemente que não é um tsunami como The Office, afinal é muito mais fácil se ver num escritório de quinta categoria do que no centro de comando de grandes missões espaciais, ainda que existam idiotas em todos os lugares. Mas a série é boa. Me divertiu. Vem mais!

Boneca Russa

Incrível. Excelente. Ótimo. Fechadinho. Só veja. A dica que me deram vale pra todos: não leiam sobre, não vejam trailer, não saibam nada. Só experimentem. São oito episódios de 20 a 30 minutos na Netflix. Rapidinho tu assiste tudo. E vale a pena demais. As personagens são incríveis, os diálogos são MUITO bons, sério, os personagens falam coisas curiosamente frescas, não sei se consigo explicar muito bem, mas toda série americana, meio que tem um pacote de falas muito semelhante em situações comuns; essa série não utiliza esse pacote comum. E é curioso que eu tenha reparado nisso. Não dá pra falar da história sem estragar a experiência, então apenas assiste e depois me agradece. Bruno Portella

Death Note

A cena final do Kira no hospital explicando seu último feito, o L tentadíssimo a usar o Death Note e o Ryuk rindo dos humanos é muito boa! Pena que tudo que veio antes é péssimo. É uma péssima adaptação do Anime. E como filme solto também é muito ruim. De positivo tem essa cena final, que é um desperdício enorme, porque tudo antes não faz o menor sentido acontecer, e a escolha das músicas que além de ser incrivelmente boa, num combina em nada com o filme, haha. Mas eu adoro aquela da Toni Braxton, adoro Chicago e amo Celine Dion. Adorei as músicas. Mesmo não tendo nada a ver com o filme. Cruzes, que filme triste. Baita desperdício diga-se de passagem. Deveriam ter feito uma série, num cabe uma história assim num filme. Tava na cara. Nada é explicado o filme todo, a gente tem que aceitar que todo mundo é gênio e sabe de tudo porque o roteiro escolheu assim (o L é péssimo aliás). Affer. Mas as músicas. Errata: a música é do Chicago, não do Foreigner. Gosto das duas. ...

ARQ

Acabei de ver #ARQ . E puta que pariu: foda. pra. caralho. Nem leia sinopse, nem veja trailer. Começa e vai, filho. Que isso. Depois do final: confuso sobre o que aconteceu no fime. Argh! Porque ela acorda primeiro que ele? Será que conseguiram? Tweets: Comecei a ver uma série nova que entrou aí na Netflix. Puta merda. Daora! — Bruno de Pégaso (@BrunoMasei) 25 de setembro de 2016 Porra de seriado daora, do caralho! — Bruno de Pégaso (@BrunoMasei) 25 de setembro de 2016 Acabei de me dar conta que não estou vendo uma série, mas um filme, hahaha. Um filme bom, aliás. — Bruno de Pégaso (@BrunoMasei) 25 de setembro de 2016 FILHA DA PUTAAAA. COMO QUE ESSA PORRA TERMINA ASSIM. CEIS TAO LOKO, DEDO NO CU DO CARALHOOO!!!! — Bruno de Pégaso (@BrunoMasei) 25 de setembro de 2016 Eu tava vendo #ARQ . E puta merda, achei bom pra caralho! (E não é uma série, não seja estúpido como eu). — Bruno de Pégaso (@BrunoMasei) 25 de setembro de 2016 Porra, ainda to ...

Sobre Netflix ou Sobre Como Mudei Meu Modo de Ver TV

Isso não é um post pago. E eu nem pago a Netflix, divido com um amigo meu. E eu nem divido, ele que paga tudo. Mas vou dividir. (Atualização: tenho uma conta própria. =D) Há um tempo que abandonei esse modelo quarentista de televisão, essa coisa de ter horário pra ver seriado, ver novela, ver filme pornô na Band, e ainda por cima ser interrompido, castrado com propagandas no meio (em plena era do éduords, de publicidade altamente segmentada na internet, eu tenho que aguentar carros off-road com poneys; ma nunca que eu sou público desses cavalinhos). A televisão aberta/fechada é toda quadrada, na verdade, só funciona para em eventos Ao Vivo que é onde elas deveriam apostar suas fichas, por que o futuro é on demand, bitch. E dá-lhe Coringão e Formula 1, que sempre me fazem acordar mais cedo ou dormir mais tarde (bem mais tarde né Corinthians). Veja só, eu não tenho tempo nessa minha vida loka, é trabalho, é lavar louça, lavar roupa – e ainda preciso me programar pra ver seri...