Pular para o conteúdo principal

O Sexto Sentido

Psicólogo ajuda garoto que ajuda piscólogo.

É um dos melhores filmes que eu já vi, mas acho um pecado mortal dizer qualquer coisa sobre ele. Apenas veja. Se não viu, pare aqui, se viu, pode descer.


Prometi a mim mesmo não dizer mais nada sobre esse filme de agora em diante, pois nada vence assistir esse filme sem saber de absolutamente nada da sua trama. Mesmo sendo quase impossível nos dias de hoje em que ele virou meme e sua grande virada já é conhecida, eu gosto de imaginar que estão nascendo humanos todos os dias e é um favor que fazemos a eles não dizermos como o filme vira.

Pois é uma das melhores sensações do mundo ver esse filme sem saber de nada, e como é absolutamente genial a montagem de todo o filme (ainda que pareça muito óbvio depois que já sabemos, ou até mesmo se ficarem nos falando que há algo para se entender no filme). A melhor forma de ver o filme é não saber de nada, absolutamente nada, não ouvir nada, e assistir ele do começo ao fim.

Quero muito mostrar esse filme para quem nunca viu, portanto é meu dever não falar nada. Nem mesmo dizer que tem coisa pra ser prestada atenção no filme já estraga.

Foda, foda.

Bruno Portella

Postagens mais visitadas deste blog

1Q84

Pediram pra eu ler. Quem pediu, tinha crédito por ter indicado outras coisas muito boas. Daí eu li. Também já tinha ouvido falar do livro, não lembro quando. Também já tinha visto a capa, não lembro onde. Tenho usado o Goodreads pra manter um acompanhamento dos livros que voltei a ler e o primeiro caso que criei foi que cadastrei ele como IQ84 e não 1Q84. É diferente. E eu realmente achei que fosse IQ, como se tivesse a ver com quoficiente de inteligência e não com uma data. Logo no começo do livro, entendi que se passava em 1984, então o primeiro mistério eu resolvi: era 1Q84, referente ao ano. Bastava prestar melhor atenção na capa. Mas essa bobagem foi o primeiro momento de abrir a boca e falar sozinho: a, tá! Burro, você pode pensar. Mas por mim tudo bem. Troquei o registro no Goodreads pensando que eu era mesmo burro. Daí voltei pro livro. Gosto de ler livros ouvindo música instrumental. Nesse caso, como era nos anos 80 e ambientado no Japão, eu procurei uma lista de músicas adequ...

StarTalk: Willian Shattner e Neil deGrasse Tyson

Que episódio gostoso de ouvir esse.  Em certo ponto, dei risada sozinho, pois parecia uma rinha de narradores disputando quem... narrava melhor e mais profundamente. Mas fora a briga de graves, além das reflexões usuais que o podcast do Neil traz sobre o Universo e seus mistérios, gostei bastante sobre como o Bill traz uma reflexão nada revolucionário, mas sempre interessante sobre como a curiosidade é a principal força motor da humanidade. Tem um monte de reflexão ali muito interessante. Vale a pena ouvir. Eu sempre me pego pensando algo parecido: como a gente é curioso, né? E que bom.

O Homem Invisível (2021)

A mulher foge do relacionamento abusivo de um namorado muito rico apenas para ser atormentada por uma presença que ela jura existir, mas que ninguém acredita nela. Que nervoso de filme maldito. Ele deixa a gente absolutamente desesperado em toda e qualquer cena imaginando onde está a maldita presença invisível, que sabemos estar em todas as cenas (nós e a protagonista). Os eventos mais importantes dessa presença são nefastos e aterradores (um em específico acabou comigo, você saberá qual é quando acontecer). O filme é excelente. A discussão em torno de um relacionamento abusivo dentro desse conceito incrível do HG Wells é muito bem feito e relevante. Vale a pena demais. Mas é bom ver um The Office depois, pra num ficar paranoico. Argh.