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Synnchronicity

Um filme lento e confuso.

Viagem no tempo, de certa forma; eu mesmo não entendi foi nada (mentira, eu adivinhei uma grande parte do plot antes, mas a terceira entrada do Jim na máquina me deixou confusaço, pois não faz sentido; ou eu não entendi, bem provável, ou o filme tá bem louco — fato).

É tanto paradoxo, tanta fala enigmática que no filme não fica muito claro o que e quando as coisas realmente aconteceram, o que é legal, pois quem assiste fica tentando adivinhar o que e quando as coisas acontecem.

O filme é super pretensioso e confia demais nesses super paradoxos e mistérios, mas a certo ponto, eu fiquei perdido em compreender exatamente quando as coisas estavam acontecendo — e é um filme, não um livro. Um livro eu posso parar e refletir. O filme não.

Eu gosto do mundo em que o filme se passa, totalmente isolado (chama muito atenção como quase não tem ninguém nessa cidade futurística), pois você não tem escolha a não ser prestar atenção nos cinco personagens do filme que ficam aparecendo e reaparecendo.

O conceito é bem interessante, mas as explicações foram truncadas e, pra ser honesto, fui atrás de texto e vídeos explicando alguns pontos.

(Atualização depois de ler algumas explicações: o filme realmente não faz sentido. Pra quem viu: a terceira entrada do Jim na máquina, quando o rapaz gira a manivela pra direita e não esquerda, ele sai do laboratório com as vestes anti-radiação e o Matty imediatamente pergunta pra ele se ele continua atrás da Abby. Pra mim, ele foi pro futuro (pois só assim o Matty saberia o que ele tem feito). Mas... a Abby encontra esse Jim (que eu achei que foi pro futuro), e consegue DELE o caderninho que ela vai entregar para o Jim no último experimento para o Klaus, teoricamente no passado. E isso não faz sentido, pois não poderia ser no passado, se ele foi pro futuro. Ué.) 

Bruno Portella


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