Pular para o conteúdo principal

Homem-Aranha: De Volta ao Lar

O filme é bom. Corretinho. Mas não veria de novo (como vi e veria muitos outros da Marvel). Talvez a expectativa que se criou em torno, me fez ficar esperando algo super incrível. Num foi. Alías, o filme pareceu muito mais longo do que é. Num sei o que isso significa, mas foi o que eu senti.

Achei o novo aranha meio insosso, num empolga (saudade do Garfield, que eu sei que o povo num gosta, mas eu achei demais como Aranha). Aliás, o interesse amoroso do Aranha-Garfield era mil vezes mais legal que a do Homecoming, a moça é chatinha de tudo, meu deus. Num tem nem como torcer pelos dois.


Outra coisa: a ação é impressionante, mas eu que geralmente aceito muito as regras do filme e coloco minha barra de descrença lá embaixo, num consegui dessa vez. Ele num sofre UM ARRANHÃO, BICHO. Porra, tem que sofrer um pouco (só a cena debaixo dos escombros e ainda assim, sai lisinho).
Enfim, num empolgou muito não. Mas com certeza ele ficará daora ao lado dos outros Vingadores.

Postagens mais visitadas deste blog

1Q84

Pediram pra eu ler. Quem pediu, tinha crédito por ter indicado outras coisas muito boas. Daí eu li. Também já tinha ouvido falar do livro, não lembro quando. Também já tinha visto a capa, não lembro onde. Tenho usado o Goodreads pra manter um acompanhamento dos livros que voltei a ler e o primeiro caso que criei foi que cadastrei ele como IQ84 e não 1Q84. É diferente. E eu realmente achei que fosse IQ, como se tivesse a ver com quoficiente de inteligência e não com uma data. Logo no começo do livro, entendi que se passava em 1984, então o primeiro mistério eu resolvi: era 1Q84, referente ao ano. Bastava prestar melhor atenção na capa. Mas essa bobagem foi o primeiro momento de abrir a boca e falar sozinho: a, tá! Burro, você pode pensar. Mas por mim tudo bem. Troquei o registro no Goodreads pensando que eu era mesmo burro. Daí voltei pro livro. Gosto de ler livros ouvindo música instrumental. Nesse caso, como era nos anos 80 e ambientado no Japão, eu procurei uma lista de músicas adequ...

StarTalk: Willian Shattner e Neil deGrasse Tyson

Que episódio gostoso de ouvir esse.  Em certo ponto, dei risada sozinho, pois parecia uma rinha de narradores disputando quem... narrava melhor e mais profundamente. Mas fora a briga de graves, além das reflexões usuais que o podcast do Neil traz sobre o Universo e seus mistérios, gostei bastante sobre como o Bill traz uma reflexão nada revolucionário, mas sempre interessante sobre como a curiosidade é a principal força motor da humanidade. Tem um monte de reflexão ali muito interessante. Vale a pena ouvir. Eu sempre me pego pensando algo parecido: como a gente é curioso, né? E que bom.

O Homem Invisível (2021)

A mulher foge do relacionamento abusivo de um namorado muito rico apenas para ser atormentada por uma presença que ela jura existir, mas que ninguém acredita nela. Que nervoso de filme maldito. Ele deixa a gente absolutamente desesperado em toda e qualquer cena imaginando onde está a maldita presença invisível, que sabemos estar em todas as cenas (nós e a protagonista). Os eventos mais importantes dessa presença são nefastos e aterradores (um em específico acabou comigo, você saberá qual é quando acontecer). O filme é excelente. A discussão em torno de um relacionamento abusivo dentro desse conceito incrível do HG Wells é muito bem feito e relevante. Vale a pena demais. Mas é bom ver um The Office depois, pra num ficar paranoico. Argh.