Louco! Kill La Kill tem no Netflix, assistam que é doido. Eu não manjo de animes, mas eu gosto de como os japoneses criam coisas que me fazem perguntar: céus, onde estavam com a cabeça? Kill La Kill é esse conceito elevado à última potência — tanto que eu adoraria só olhar o processo criativo das pessoas envolvidas, só ficar no cantinho, olhando como eles chegam à conclusão de que um determinado personagem precisa ter mamilos e ânus com brilhos cor-de-rosa. É revigorante como o anime não tem uma mensagem, não tem uma lição de moral, não tem um dramalhão psicológico/emocional, não se leva a sério, tá pouco se fodendo com o que pensam dele, não se importa em ser inteligente, edificante, nada — a única regra de Kill La Kill parece ser o: foda-se. A história não faz sentido? Foda-se. Tem muita teta? Foda-se. Tem muito sangue? Foda-se. É um exercício enlouquecido de criatividade adrenalínica pra todos os lados — tanto que sua parte mais controversa, o fanservice (...